Você certamente conhece o ditado popular “melhor prevenir do que remediar”, pois o dito se aplica perfeitamente à vacinação. Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população.
Entre as vacinas controladas e que merecem cuidado constante das autoridades e da população encontramos a poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche, exemplos de doenças comuns no passado e que as novas gerações só ouvem falar em histórias.
Os cuidados devem começar desde o nascimento e se estendem pela vida toda. O Brasil tem um dos melhores programas de vacinação do mundo e o lugar onde as pessoas podem encontrar as vacinas necessárias para se proteger estão nos postos de vacinação ou Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
O ideal é que toda dose seja administrada na idade recomendada. Entretanto, se perdeu o prazo para alguma dose é importante voltar à unidade de saúde para atualizar as vacinas. A maioria das vacinas disponíveis no calendário nacional de vacinação é destinada às crianças. São 12 vacinas, aplicadas antes dos 10 anos de idade em 25 doses.
Atualmente, o foco do Ministério da Saúde está direcionado para a fase da campanha nacional de vacinação contra o Sarampo, que começou na segunda-feira (18) em todo o país, com atenção especial ao público com faixa etária de 20 a 29 anos de idade, considerado o mais difícil de ser alcançado em campanhas de vacinação.
No último boletim epidemiológico sobre sarampo, a faixa etária foco da segunda fase da campanha é a que mais acumula número de casos confirmados da doença. Nos últimos 90 dias de surto ativo, foram confirmados mais de 1.700 casos em pessoas com Sarampo. Segundo o órgão de Vigilância em Saúde, um dos motivos é que esses jovens não tomaram a vacina em nenhuma fase da vida e, se tomaram, não voltaram para aplicar a 2ª dose.



