Rio Grande: Hospital Monporto realiza cirurgia de alta complexidade de fígado e pâncreas

A cirurgia foi realizada em um paciente de 71 anos e durou cerca de cinco horas. (Foto: Divulgação/Hospital Monporto)

O complexo hospitalar de saúde suplementar da cidade do Rio Grande, o Hospital Monporto, realizou, no último mês de maio, mais uma cirurgia de alta complexidade de fígado e pâncreas. Na oportunidade, o procedimento, coordenado pelo cirurgião Dr. Ricardo Zanella, foi uma hepatectomia, na qual foi retirada uma região do fígado onde estava localizado um tumor de vesícula biliar localmente avançado, ou seja, com invasão hepática na região do leito da vesícula.

A cirurgia foi realizada em um paciente de 71 anos e durou cerca de cinco horas. Além do Dr. Zanella, o procedimento contou com a participação do cirurgião Dr. Filipe Geannichini, os anestesistas, Dr. Celso Ricardo e Dra. Andrea Fogaça, além dos técnicos e enfermeiros envolvidos na instrumentação e organização da sala, que foram coordenados pela enfermeira Aretuza Pinto.

Segundo o cirurgião responsável, a realização do procedimento contou com a utilização de uma pinça de energia ligasure para selar vasos intra-hepáticos e auxiliar na linfadenectomia. Dr. Zanella salienta que este instrumento e a estrutura hospitalar especializada do Hospital Monporto foi fundamental para a realização da cirurgia abdominal de alta complexidade. “Estruturas como a do Monporto aumentam a segurança e, como consequência, melhoram os resultados a curto e longo prazo. Os materiais cirúrgicos, a monitorização anestésica de última geração, a prontidão e preparo de toda a equipe, assim como um CTI de ponta, são indispensáveis para cirurgias desse porte”, destaca o cirurgião.

Além disso, Dr. Zanella explica que a realização desse tipo de procedimento é essencial para o hospital e para a cidade do Rio Grande, ao corroborar com a ideia de desenvolver uma medicina de alta qualidade na região.

“A região há muitos anos sofria demasiadamente com a carência de estrutura hospitalar e tecnologia médica. Isso cria autonomia local e, consequentemente, muitos pacientes que buscariam hospitais na capital, podem, a parir de agora, contar com uma opção de extrema qualidade para realizarem tratamentos de alta complexidade na cidade do Rio Grande”, conta.

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