Corrupção, Covid-19, Fora do Ar e Iluminação Pública

Sérgio Corrêa.

CORRUPÇÃO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, assumiu publicamente, que há corrupção no governo. Contudo, são do tipo pipoca uma aqui outra lá, não chegando a ser endêmica, disse o presidente.

A expressão endêmica é muito utilizada na área da saúde e é definida como uma doença que se manifesta com frequência em uma região, geralmente provocada por circunstâncias ou causas locais. Ou seja, a população convive constantemente com a doença.

Não me atrevo a fazer qualquer tipo de análise, muito menos emitir opinião sobre a corrupção pipoca, como disse Bolsonaro, porém, discordo do presidente, quanto a afirmativa de que a corrupção não é endêmica!

Seguindo à risca o significado de endêmica, é possível afirmar que: “na capital federal a corrupção é endêmica”. Independente de qual Presidente ou partido está no poder, Brasília é uma região onde a corrupção é endêmica e se manifesta com frequência, pra não dizer que é permanente!

COVID-19
Na última quarta-feira (29) o Rio Grande do Sul atingiu a triste marca de 40.005 mortes em decorrência da Covid-19 e, mais uma vez, o Governo do Estado emitiu nota de alerta para todas as regiões.

FORA DO AR
Ontem, 30 de junho foi a data limite para o afastamento de profissionais de comunicação com atuação no rádio, no jornal ou na TV que pretendem concorrer nas próximas eleições.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Pelo segundo mês consecutivo a população de Pelotas paga na fatura de energia elétrica o valor correspondente a Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública, COSIP.

Esse colunista fez contato com a ASCOM, Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Pelotas em 25 de maio passado, buscando agendar entrevista, a ser realizada na Rádio Tupanci no Programa Hora Marcada, com a pessoa responsável pelo emprego dos recursos da COSIP na iluminação pública de Pelotas.

Até o fechamento dessa edição se passaram 35 dias da solicitação e não obtivemos nenhuma resposta.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA II
Foram três mandatos tentando aprovar a taxa de luz, como popularmente é chamada pela população, primeiro com Eduardo Leite e posteriormente com a atual prefeita, Paula Mascarenhas. Uma vez aprovada a COSIP, dois meses depois ninguém apresenta um cronograma de manutenção ou troca de luminárias, a cidade encontra-se às escuras e em silêncio.

A população espera que a prefeitura, com o recurso da COSIP, o popular “dinheiro” no caixa, compre os materiais necessários diretamente do fornecedor, assim o custo será menor, não inventem de contratar empresa ou fazer parceria público privada para ser o intermediário, comprando tudo e adicionando o percentual de lucro.

A população está pagando por um serviço que não está sendo prestado, pois além das luminárias com lâmpadas de vapor de sódio que estão queimadas ou com algum defeito no reator ou no relé fotoelétrico, por isso não acendem, já temos diversas luminárias de led recém-instaladas que não estão funcionando.

Pessoas dos mais diversos locais em Pelotas fizeram solicitações de consertos em luminárias públicas e receberam um número de protocolo, mas de nada adiantou, em alguns casos são meses e outros mudaram o calendário anual esperando.

Na Praça Coronel Pedro Osório, nosso cartão postal, se encontra lâmpadas de led acesas em pleno dia e outras próximas da esquina com a rua Félix da Cunha e Princesa Isabel não acendem nem à noite.

Em uma das campanhas para aprovar a COSIP, a prefeitura utilizou o seguinte slogan: “a noite vai virar dia”.

Pelo visto a noite está virando trevas!

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