Coffe Break Psi

Caro leitor!
Ao lembrar do médico austríaco Franz Anton Mesmer, fundador da teoria chamada Mesmerismo, utilizando-a como prática na medicina para curas de doenças, onde a hipnose é a base da comunicação com os pacientes nos níveis das zonas psíquicas do consciente ao inconsciente.

Mesmer dizia que, para ser um bom magnetizador, teria que ter uma boa comunicação. Esta afirmação parece um tanto simplista num primeiro momento, mas ao adentrar na questão mesmeriana, não é tão simples assim.

O médico austríaco, na sua sabedoria datada no século XVIII, visualizava a importância da comunicação e, por ser boa, provê da capacidade humana ao bem. Ele instigava o pensamento humano e percebia que dentro de uma estrutura emocional, seus pacientes permitiam-se concretizar no corpo, doenças vindas da alma.

Reflito sobre o ponto de vista que, a estrutura deste emocional quando se desestabiliza, toma como disfuncionais comportamentos dos mais variados, expondo o que faz o sofrer.
O sofrimento da alma quando revelado no virtual, atravessa redes desconhecidas, outras redes de pensamentos conectados e desconectados do saber humano. Algumas formas dissipando com o tempo e outras tomando forças ora benéficas, ora destruidoras.

Pergunto: Como estamos nos responsabilizando por estas formas de comunicação? Será que estamos utilizando-as como boas ou recebendo de forma condizente, entendendo o que acontece? Uma coisa é certa, temos muito o que fazer e entender para chegar aos níveis de, no mínimo, compreender o comportamento humano. Como diria Mesmer, tudo depende de uma boa comunicação, aquela que provê a capacidade ao bem.
Este café está forte, mas não deixou de ter seu sabor especial.

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