Espetáculo “Alma Única” chega a Jaguarão e Arroio Grande

Obra é executada por um conjunto de profissionais com formação sólida. (Foto: Fabricio Simões)

Em circulação há sete anos no Rio Grande do Sul, o espetáculo “Alma Única”, já visto em mais de 20 municípios, chega à região da Campanha em meados de julho. Dom Pedrito será a primeira cidade a receber a obra, no dia 11 de julho, seguida por Jaguarão (12) e Arroio Grande (13). O público assistirá a uma fusão de música, dança e canto, que promete surpreender. Com entrada gratuita, o atual ciclo de exibições do “Alma Única” é uma realização do Ministério da Cultura, com patrocínio das empresas AGROGEN, DOCILE, GIRANDO SOL e GOEMIL e apoio das prefeituras de Arroio Grande, Jaguarão e Dom Pedrito.

Do grupo multiartístico, a plateia pode esperar uma sinergia ímpar, traduzida em uma sessão íntima e aconchegante, mas com a intensidade de um grande espetáculo. Sua complexidade é costurada pela direção dramatúrgica, arranjos musicais, confecção de figurinos e iluminação, especialmente criados para esse trabalho. A afinação conquistada entre todas as linguagens apresentadas resulta na fluidez de uma “Alma Única” compartilhada entre os artistas e estendida ao público. Com classificação livre, a experiência atrai crianças, jovens e adultos para um espetáculo que reúne músicas autorais, clássicos internacionais como o tango de Astor Piazzolla, o brilhantismo brasileiro de Villa Lobos e Chiquinha Gonzaga, além da bossa nova de Tom Jobim.

Original em seu formato, essa obra é executada por um conjunto de profissionais com formação sólida. Na gênese do projeto, estão o harpista Leandro Cardona, residente em Portugal que, há mais de 10 anos, realiza turnê de recitais pelo Brasil; a cantora Rosimari Oliveira, reconhecida soprano gaúcha, especializada em canto lírico pelo Conservatório Liceu de Barcelona (ES); e o maestro- flautista Tita Sartor, com formação acadêmica nos Estados Unidos e em Portugal, professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e maestro na Orquestra Sinfônica de Santa Maria. Soma-se também ao grupo, compondo configuração atual, a bailarina Débora Alencastro, coordenadora do Grupo de Danças da Fundarte – Montenegro (RS); Marcel Estivalet, considerado um dos grandes violonistas do Estado; Arlei Mont’Negro, percussionista laureado; além de Matheus Kleber, destacado acordeonista e compositor.

A cada temporada, os idealizadores do “Alma Única” buscam incluir contrapartidas de difusão da arte. Desta vez, os moradores de Dom Pedrito foram os agraciados com duas Masterclasses gratuitas, realizadas nos dias 10 e 11 de julho. As atividades se destinaram a interessados em conhecer mais sobre as diferentes linguagens apresentadas no palco e a relação que elas podem estabelecer entre si. Outras informações, assim como fotos e vídeos, podem ser encontradas pelo Instagram @alma_unica_espetaculo.

Agende-se

“Espetáculo Alma Única”

Dom Pedrito (11/7), Jaguarão (12/7) e Arroio Grande (13/7)

Onde:
Dom Pedrito (Teatro do Instituto Artístico Carlos Gomes),
Jaguarão (Teatro Esperança) e Arroio Grande (Teatro Municipal do Centro de Cultura)
Hora: 20h
Classificação: livre
Duração: 60 minutos

Sinopse: O espetáculo traz à cena a fusão entre a música de câmara, a ópera, o ballet e a canção popular. Um encontro inesperado de harpa, violão, flauta, acordeon e percussão é guiado pela elegância de uma bailarina clássica e a intensidade de uma cantora lírica. A palavra, o som e o corpo narram a busca pelo significado de uma Alma Única!

Ficha técnica da apresentação

Elenco:
Bailarina: Débora Alencastro (bailarina) Voz: Rosimari Oliveira (soprano)
Instrumentistas: Arley Mont’Negro (percussão), Leandro Cardona (harpa), Marcel Estivalet (violão) Matheus Kleber (acordeon) e Tita Sartor (flauta)

Produção:
Direção Musical: Marcel Estivalet
Iluminação: Leandro Pires e Fabricio Simões
Concepção Cênica: Ricardo Barpp
Figurinos: Fabrízio Rodriguez
Produção executiva: Debora Alencastro
Produção Geral e Coordenação: Therezinha Petry Cardona

Programa
Preludio Alma Única – Marcel Estivalet (1979)
Le Cigne – Camille Saint-Saëns (1835 – 1921)
El Vito – Fernando Obradors (1897 – 1945)
Entr’acte – Jacques Ibert (1890 – 1962)
O Mio Babbino Caro – Giaccomo Puccini (1858 – 1924) Adiós Nonino – Astor Piazzolla (1921 – 1992)
Libertango
Yo Soy Maria
Porto – Dori Caymmi (1943)
Gaúcho (Corta-Jaca) – Chiquinha Gonzaga (1847 – 1935) Uirapuru – Waldemar Henrique (1905 – 1995)
Aria Bachianas no5- Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959) Melodia Sentimental
Manhã de Carnaval – Luis Bonfá (1922 – 2001)
Chega de Saudade – Tom Jobim (1927 – 1994) Brasileirinho – Waldir Azevedo (1923 – 1980)

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