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27-12-2017

Casal de Piratini pede ajuda para filho que ainda não nasceu


Foto: Nael Rosa/JTR Casal pede ajuda para salvar o filho que ainda não nasceu

Ao sair da clínica onde a esposa foi fazer um ultrassom, o agente funerário Rubilar Pereira Dias, de 38 anos, se deparou com um banner que ilustrava uma das campanhas paralelas para o bebê Maria Flor. Tendo com renda um salário mínimo, sacou do bolso o que podia dar: R$ 10, e se sentindo constrangido, ainda se justificou com o dono do estabelecimento.


Agora, a corrida contra o tempo é para salvar o primeiro filho do casal, que dependerá da solidariedade da comunidade que ajudou Flor.



Artur, o primeiro filho de Rubilar a Ana Paula, planejado após 13 anos de união e somente depois que os dois gastaram as economias para reformar a casa em que vivem, está ainda na barriga da mãe, com seis meses de gestação.


Ocorre que o último, de vários ultrassons, e o único pago de forma particular, diagnosticou que o neném tem uma doença grave, chamada Hérnia Diafragmática Congênita, ou HDC. Essa hérnia é uma má formação do músculo, que permite que o conteúdo da cavidade abdominal passe para o tórax.


A informação revelada aos pais foi mais um capítulo de uma gravidez complicada, que obrigou a comerciária Ana Paula, que recebia como salário R$ 1.253,00, se afastar do trabalho, dado a uma hemorragia e vômitos acima do normal. Com isso, ela buscou auxílio no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).


Ao ver o diagnóstico de HDC, o médico foi enfático: “Se seu bebê nascer em São Paulo, tem uma grande chance de sobreviver. Se nascer em Porto Alegre, as chances são medianas e se o parto for em Pelotas, só um milagre o salvará”.


Isso foi dito aos pais na última quinta-feira (21). Assim, o desespero e o desânimo fizeram parte das primeiras horas após a notícia. Mas era preciso se movimentar. Jogaram o problema do filho nas redes sociais e começaram a ganhar pequenas doações de amigos, insuficientes para bancar uma viagem de carro para São Paulo.


"Não posso ir de ônibus para não sofrer batidas ou solavancos. Assim, minha amiga Patrícia que é natural de lá, e mora há dois anos em Piratini, deixará seu trabalho nas mãos das funcionárias e vai me levar", explicou a mãe, justificando o percurso de 1478 quilômetros.


A intenção é que Ana passe por uma bateria de exames que constatarão ou não se ela e o bebê passarão por uma cirurgia intrauterina para a colocação de um balão no bebê, que ajudará a afastar a hérnia e permitirá que os pulmões do filho se desenvolvam. 


Se isso for necessário, há a possibilidade real de Ana ter que permanecer na capital paulista até o filho nascer e, após o nascimento, ir diretamente para respiração mecânica para posterior cirurgia, o que poderá resultar em até um ano a mais longe de casa.


"A cada 2.500 bebês, um nasce com HDC e a grande maioria morre por não vir ao mundo em um hospital com estrutura compatível. Nossa corrida contra o tempo é porque o procedimento da colocação do balão só pode ser feito até 28 semanas e eu já estou com 26", explica a mãe.


Um fator é certo: tendo ou não que realizar o procedimento cirúrgico intrauterino, Artur terá que nascer em São Paulo, o que fará com que a família necessite de apoio da população.


Auxílio


A conta para depósitos é: Agência Banrisul 0775- Conta Corrente 3508213405.


Redator: Tradição Regional



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