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15-06-2018

Os próximos passos após o reconhecimento da tradição doceira em Morro Redondo


Foto: Diones Forlan/JTR Segunda edio da Festa do Doce Colonial ocorreu no ltimo final de semana

Durante a 2ª Festa do Doce Colonial de Morro Redondo, realizada nos dias 9 e 10 de junho, a técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio Grande do Sul, Beatriz Muniz Freire, responsável pelo patrimônio imaterial, relatou ao Jornal Tradição Regional sobre os próximos passos do que acontecerá após o reconhecimento da tradição doceira de Morro Redondo, que faz parte da Antiga Pelotas, como patrimônio imaterial brasileiro.


“Vamos construir junto com as famílias de doceiras e doceiros pensando um plano de apoio para a continuidade destas ações, preservando a tradição viva e forte. Existem problemas enfrentados por estas famílias para continuidade e será necessário um diagnóstico. Iremos voltar em seguida ao município e em Pelotas, pensando coletivamente quais ações afetam esta tradição e quais atividades de apoio poderemos desenvolver, contando com a participação de diversos atores como as instituições que trabalham aqui: Emater, Embrapa, Sebrae, Poder Público e de pessoas que tenham interesse”, disse Beatriz. 



Conforme a profissional, depois da aprovação, a tradição passará a fazer parte do registro no livro dos saberes do doce colonial. A visão da tradição não é se manter do mesmo jeito, pois ocorrem atualizações na continuidade do fazer doce. “Daqui a 10 anos será feito um novo retrato com nova documentação para revalidar o registro de tradição doceira, mantendo coisas e inovando com outras”, reforça. 


Para o futuro, quanto a ter um evento nacional que destaque o doce colonial, de acordo com ela, isto será pensado coletivamente adequando à realidade. “Vamos ver quais ações poderão ser feitas para alavancar a tradição doceira da região. Duas questões poderão ser estudadas: uma seria a entrada maior do doce colonial na Fenadoce e a outra de criar uma grande feira em outra época do ano para potencializar o doce colonial para todo o Brasil. Quanto mais brasileiros saberem que em Morro Redondo é produzido um doce colonial de qualidade, mais eles vão querer vir para cá”, retratou a técnica, acrescentando: “Esse trabalho está começando agora. Para isto, será pensado em conjunto. O positivo é que Morro Redondo já está construindo algo através da participação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Museu, CTG Cancela Grande, escolas, doceiros e doceiras, além do apoio de diversas entidades e Poder Público, isso não é em todos os lugares que encontramos, por isso o município já está bem adiantado em forma de articulação, ou seja, trabalhando a temática do doce. O Iphan irá apoiar, o grupo daqui definirá o que é melhor para o crescimento desta tradição”.


Redator: Tradio Regional



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