Domingo, 16 de dezembro de 2018, 00:52h


Publicidade

Tordilho
Sicredi

Este conteúdo precisa do Adobe Flash Player instalado.

Get Adobe Flash player


Newsletter

Jornal Tradição

Ano XII - Número 638 dezembro - 2018

Fechar X

Ano XII - Número 638

dezembro - 2018


Galerias

Publicidade

Especiais

Jornal Tradição

Caderno Agronegócio - Edição IV 2018/11

Receitas

Pêssego Trufado

Assine


Home Colunistas

Versão do Fato

2016-08-29 Depois das Olimpíadas: a vida continua

Passadas as Olimpíadas - embora também tenhamos que prestar atenção nas Paralimpíadas - é hora de voltar a atenção para as questões internas do Brasil. Em especial, às eleições municipais, já no início de outubro. Mudanças no governo federal, com o afastamento da presidente Dilma. E a preocupante situação econômica que levou o Brasil ao número assustador de 12 milhões de pessoas desempregadas.

Num período em que a política está em baixa, vai se ouvir muita coisa, inclusive o que nada tem a ver com as funções que entram no seu voto. É o caso do vereador. Qual é a sua função? Legislar, fiscalizar a Prefeitura, promover debates públicos, medir os interesses da população perante o executivo. Não é função: distribuir cesta básica; pagar churrasco; festas; oferecer emprego ou vagas; tapar buracos e prometer obras.

As mudanças no governo deveriam servir para um processo de conscientização. Há no Congresso uma proposta para que se moralizem as relações em todos os níveis. Seu debate nos últimos dias mostrou que os políticos tentam fazer modificações para que, ao fim, mude a forma, mas não a essência dos problemas éticos e morais.

A saída da presidente Dilma trouxe o presidente Temer, que vociferou mais do que fez. Patina em relações que, se não são promíscuas, estão na fronteira de relacionamentos escusos e oportunistas. Quando se achava que o presidente teria coragem para fazer mudanças, a possibilidade de uma nova eleição o deixou refém dos mesmos grupos que dominam o governo federal e o Congresso. Houve uma leve melhoria, mas manteve os agentes econômicos em estado de alerta, sem a volta da geração de empregos.

Mesmo que a agenda seja pesada, não perca as Paralimpíadas. Ainda há muita emoção pela frente. Nas Olimpíadas, vimos situações em que a superação e a garra falaram mais alto por desempenho de atletas e suas equipes. Com todos os nossos problemas, sentimos orgulho de congregar os povos num evento esportivo.

Mas as Paralimpíadas são especiais: desde que os soldados saídos da 2ª Guerra Mundial resolveram se encontrar para mostrar seus avanços em recuperação de traumas físicos e psicológicos, este evento traz uma mensagem singela e carregada de empatia. Um tempo para demonstrar a capacidade de superação, afinal, é dos embates que nascem as vitórias.

E quando olharmos para os esforços destes atletas pode-se pensar que superação é pouco para tudo o que fizeram e passaram para conquistar o direito de estarem no Rio de Janeiro diante dos olhos do mundo. Que reluzam e nos ensinem a valorizar cada um por aquilo que são. Foi feliz um anônimo quando postou na internet: “até os planetas se chocam... E do caos, nascem as estrelas”.  

Comentários (0)





Fechar  X

Depois das Olimpíadas: a vida continua




Enviado com sucesso!

Em breve, o Jornal Tradição
Regional entrará em
contato com vocé.

ok

Manoel Jesus

Educador



manoeljss@hotmail.com

Arquivo

Publicidade

Publicidade



Jornal Tradição Regional - O elo da notícia até você.

Av. Imperador Dom Pedro I, 1886, sala 1 - Bairro Fragata - CEP: 96030-350 - Pelotas/RS

E-mail: jornaltradicao@jornaltradicao.com.br / Telefone: (53) 3281 1514

© Todos os direitos reservados