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2015-08-24 Dez coisas que aprendi com os meus 60 anos

Esta semana tive dois compromissos especiais: na terça-feira (18) conversei com a turma do grupo “Voltando à Sala de Aula”, projeto da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Na quinta-feira, estive na reunião-almoço do Rotary Club Pelotas Centenário. No final de setembro, conversarei a respeito com o pessoal do Centro de Extensão em Atenção à Terceira Idade (CETRES), também da UCPel. Assim como nas ocasiões anteriores, vou ter a chance de falar sobre estes dez pontos que estruturei quando completei meus 60 anos, em junho:

- Distinga: sua fé é uma questão pessoal. Sua religião é uma prática coletiva. Em princípio, todas as religiões são boas. O problema está nos homens e mulheres que se tornam “donos de suas verdades”.

- Guarde um tempo para “tomar um chimarrão com Deus”. Preserve seus espaços de sanidade mental. Guarde seus momentos de silêncio. Mesmo quando tudo parece tumulto à sua volta, sua paz interior ninguém pode roubar.

- A sua felicidade não depende dos outros. Eles podem ajudar a aplainar caminhos, mas não podem caminhar por você.

- Abra seu coração apenas para quem o souber conquistar. Amigos de oportunidade podem compartilhar momentos, mas não devem penetrar no templo sagrado do seu coração.

- Enquanto puder, cuide de si mesmo. Também ajude a cuidar dos mais próximos. Mas se prepare: um dia você vai precisar de alguém que o cuide. Então, cada vez que visitar um doente, atente para aquele que está sendo cuidado, mas também para o seu cuidador.

- Todos temos virtudes e defeitos. Não idolatre para não se decepcionar. Mas também não despreze quem pode lhe auxiliar um dia.

- As pessoas não mudam porque envelhecem. Com o passar do tempo, amadurecidas, a maior parte aprende a controlar seus impulsos.

- Manter-se sempre ereto tem duas vantagens: faz bem para a coluna e para a sua autoestima.

- Possivelmente, a vida não vai lhe dar grandes aventuras. Saboreie os pequenos instantes felizes. São estes que o alimentam quando você enfrenta os seus problemas.

- As novas tecnologias dão oportunidade para preencher o seu tempo. Mas, tudo isto um dia cansa. Selecione o que alimenta seu espírito. Leia um livro, ouça música, assista filmes. Não importa o que os outros pensam dos seus gostos. O importante é que você se sinta feliz.

Estes pontos não têm a pretensão de serem "mandamentos". Sequer sei se servem para outras pessoas. No entanto, foi um aprendizado. Seria falsidade dizer que foi “difícil”. Não foi porque tive o privilégio de ser, em muitos casos, um observador da vida de muitas pessoas conhecidas que, estas sim, tiveram dificuldades, tropeços, amargaram agruras.

Se há uma lição que aprendi é de que, em qualquer circunstância, sempre vale a pena viver. Mesmo nos preparando para a morte - como a única coisa certa desde que nascemos - o que temos em mão é uma mistura de sentidos e sentimentos que, se bem vividos, demonstram o quanto atingir a paz conosco mesmo é o melhor jeito de atravessar a existência. Ficar refém do final de nossas vidas é perder o melhor que podemos fazer: saborear o aqui e o agora como únicos e insubstituíveis!

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Manoel Jesus

Educador

manoeljss@hotmail.com

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