Quarta, 19 de setembro de 2018, 04:54h


Publicidade

Sicredi
Tordilho

Este conteúdo precisa do Adobe Flash Player instalado.

Get Adobe Flash player


Newsletter

Jornal Tradição

Ano XIII - Número 625 setembro - 2018

Fechar X

Ano XIII - Número 625

setembro - 2018


Galerias

Publicidade

Especiais

Jornal Tradição

Caderno Especial Semana Farroupilha 2018 2018/09

Receitas

Bolo Brownie

Assine


Home Colunistas

Versão do Fato

2012-07-27 Hospital, o dia a dia da esperança

 

A dona França – minha mãe – está hospitalizada na Santa Casa de Pelotas e boa de cama: dorme durante todo o tempo. Precisamos acordá-la para as coisas mais simples: café da tarde, janta, gelatina, pequenas conversas e visitas. No mais, é aprender que pequenas coisas auxiliam na vida funcional de alguém que precisa de cuidados especiais.

Para alguém deitado num leito hospitalar, dar água, café ou chá é um dos grandes tormentos. "Pois seus problemas acabaram". Um copo com um canudo sanfonado permite que não se derrame nenhum líquido e, ainda, é higiênico, porque o mesmo orifício que permite a entrada de ar, depois de usado, é tampado pelo próprio canudo.

Nos últimos anos, tenho sido usuário/acompanhante em diversos hospitais e fui vendo a evolução em pequenos detalhes que acabam fazendo a diferença: para a mobilidade, além de diversos tipos de bengalas, os andadores, cadeiras (comum e de banho); os recursos para alimentação, que tornam passada a expressão "comida de hospital", como algo sem sabor e sem graça; os recursos de higiene, começando pelas próprias fraldas, que hoje já não são apenas geriátricas ou infantis, mas, em alguns casos, de uso em qualquer pessoa.

Por outro lado, o efeito bomba que se tornou cada hospital: o receio por vírus de todos os tipos e transmitidos de diversas formas. Em cada roda de conversa entre visitantes, sempre há uma história cabeluda para contar de alguém que contraiu alguma enfermidade cuidando de paciente, ou de paciente que, ao voltar para casa, trouxe junto algo mais do que levou

Como diz a Neida (nossa secretária do lar), é um tempo que não passa. Plantão por uma pessoa doente exige paciência e, quando se está para perdê-la, renovar a esperança de que mais dia menos dia a gente volta para casa, para a vidinha pacata de quem quer apenas receber os amigos, colocar água nas plantas ou fazer e partilhar um bom e generoso almoço.

Comentários (0)





Fechar  X

Hospital, o dia a dia da esperança




Enviado com sucesso!

Em breve, o Jornal Tradição
Regional entrará em
contato com vocé.

ok

Manoel Jesus

Educador

manoeljss@hotmail.com

Arquivo

Publicidade

Publicidade



Jornal Tradição Regional - O elo da notícia até você.

Av. Imperador Dom Pedro I, 1886, sala 1 - Bairro Fragata - CEP: 96030-350 - Pelotas/RS

E-mail: jornaltradicao@jornaltradicao.com.br / Telefone: (53) 3281 1514

© Todos os direitos reservados