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2016-04-25 Coluna do JC

Mas e que tal o circo?
Foi lindo e triste. Dezenas de artistas, na verdade, palhaços de quinta categoria. Me lembrou do antigo “Irmãos Teodoro”. Um circo à moda antiga, sempre os mesmos figurantes, mas era engraçado porque eram autênticos e se conhecia a vida de cada um, ganhavam à noite ‘pra’ viver o dia.

Circo II ...
Em Brasília, uma multidão de palhaços lembrando a família – deles, é claro – e seus currais eleitoreiros. O bolso estufado, contas no exterior e um presidente da Câmara presidindo a palhaçada, sendo chamado de ladrão a toda hora, nem bola deu, já acostumou. O presidente do Senado, Renan Calhorda, crivado de processos, no Palácio do “Jaburu”, assistindo de camarote, bom vinho, tira-gosto, enfim, gargalhando a “la vonté”. E os eleitores de bandeira nas mãos, gritando o nome da corvalhada.

Circo III
Essa gentalha que quer o poder nunca fez nada pelo povo, casas populares, universidade para o pobre, etc. PP e PMDB são os maiores envolvidos na “Lava Jato”, não “torço” ‘pra’ ninguém, quero é um país limpo e governado por pessoas de caráter.

Plageando meu amigo “Luis Coronel”
“Estão cada vez mais burros, os burros do meu país”.

Aviso aos navegantes X Piratini
Davam o “mouro” véio por morto - fim de carreira. Eu avisei, não se brinca com essa gente, num de repente sacudiu as encilhas, jogou os pelegos pro alto e vem com tudo, de lombo liso, poder de fogo não falta. Muita gente sente falta do primeiro mandato - o segundo não existiu.

Um fato, de fato
A coisa tá ficando linda.

Clássico guampaço - a pedido
Clássico pavoroso entre o Guampa Torta Esporte Clube e o co-irmão Manotaço Associação Atlética Desportiva e Social. Realizado no Estádio do Internacional, no Sopé do Cerro das Antas, 1º Distrito de Piratini. Por medida de segurança, naqueles tempos pescoço era canela, talho de palmo era vacina e ninguém guardava arma na copa, até porque se desse, e sempre dava, um entrevero o “trinta e oito” tava na mão de semear. Um belo dia apareceu por lá um crioulo com dois metros de altura e mais outro tanto de largura. Chutava um pavor, daí o apelido “Pé de Chumbo”. Capou uns três ou quatro a bolaço no mais. Quando errava a goleira a gurizada ia buscar a bola num petiço.

Certa feita, emendou a dita cuja no bate-pronto e acertou um pé de laranjas. Não ficou uma, se foram todas pro chão. Assim como apareceu se escafedeu, sumiu num de repente “pra” nunca mais. Naquele tempo não se chamava o juiz de “fiadaputa”. Família não. A torcida gritava de todo pulmão - “fresco, fresco”. Pênalti? Quem batia era o presidente do time, quando ele ia “pra” bola, os jogadores iam tudo atrás. Se ele errasse o pau comia. Eram outros tempos. E a rainha do time? Deus a livre que não fosse virgem. O jogo? Fui saber no outro dia, no primeiro estouro me tapei de quero-quero, foi dois a nada pro Manotaço.

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