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2014-11-17 Coluna do JC

Repórter Rural – Vivências Autoria: Marco Medronha. Aquele da Emater, dos artigos mágicos. Neste livro ele vivencia o dia a dia do homem do meio rural de um jeito único, buscando casos hilários, o folclore, o tradicionalismo real. É leitura obrigatória. É nota 10. Um abraço e sucesso.  Bah, mas que bosta de modernismo! Minha paraguaia vinha peleando em desatino contra uma escrivaninha velha, acantonada num canto da sala, recanto dos meus areliques, coisas e lembranças do meu viver. Meio carcomida pelo tempo mas de suma importância, até os cupins eram de casa, alguns atendiam pelo nome. Um dia cansei daquela ladainha toda e me desfiz da dita cuja, dei adeus aos habitantes da mesma, encaixotei as sobras e a presenteei a um amigo. Reformada ficou linda.  Modernismo II Aos poucos, fui me desfazendo das minhas relíquias. Panela de ferro, minha caçarola dos “carreteiros” feitos com charque puro, minha cambona de aquecer água pro mate, estas estão em boas mãos, lá na capital farrapa. Meus livros tomaram o mesmo rumo. Algumas das minhas músicas ainda estão por aqui, escondidas em caixas de sapato. Quando a saudade aperta, me vou a elas. Porta fechada, agora estou de orelha colada ouvindo “Poncho y Pampa”, do amigo Alex Martins, fronteiriço flor de bom que conheci no “parador”, lá no 93 em Bagé, festival criado pelo amigo Fábio Matos e amigos, e decidido no jogo do osso. Aí o Nanato arremachou, meteu três clavadas e trouxemos troféu. Foi um delírio.  Meu cusco Napoleão, que fim levou? (foto) Cusco especial de primeira, companheiro nas mateadas, ficava ao meu lado, quietinho, ouvindo minhas músicas como se as entendesse, era assoviar e tava junto. Por essas coisas da vida mudei de querência e ele ficou lá por uns dias, no meio dos amigos? Em seguida, fui buscá-lo, e a surpresa: desapareceu devido a um “foguetório”. Porque Perder o amigo de fato me doeu na alma. Me pergunto que mal ele teria causado pra sumirem com ele? Ele é cego de um olho devido a uma peleia com uma cachorrada mais graúda, coisa de “namoro mal parado”.  Se tu souber alguma notícia, me liga. (53) 9145-6996. O tempo nunca é demais quando se trata de um amigo.   

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