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Buenas...

2014-03-17 Gilberto Monteiro

Estou escrevendo essa coluna e ouvindo Gilberto Monteiro e Raulito Barbosa tocando "Balanço de Contrabando", música flor de boa, do tipo que alivia os "uvidos".

Músicos II                

É uma pena que esses grandes nomes da música do Rio Grande não apareçam mais por aqui. Com o "falecimento" dos festivais nativistas, e sem praticamente nenhum incentivo, ficamos a ver navios. Esse é o sul do Sul.

Cidades Históricas

Sobram no sul do Sul, tem até Secretarias de Turismo, mas programação séria, condizente com a história das mesmas, simplesmente não existe. Só falácias, nada que se leve a sério.

"Carne com Cachaça"

Essa receita foi testada e aprovada na oficina do Duguinha. Sucesso absoluto!

1/2 xícara de óleo

1kg de carne picada

4 dentes de alho

2 cebolas em rodelas

1/2 xícara de cachaça

1/2 xícara de água

sal e pimenta a gosto (ou setembro)

"Preparo": Em uma panela, fogo alto, coloque o óleo, a carne e frite até dourar. Junte o alho e a cebola e refogue por mais ou menos cinco minutos. Junte a cachaça e mexa até evaporar (para aproveitar o vapor), baixe o fogo para médio. Adicione a água e pimenta e cozinhe por mais ou menos dez minutos, ou até a carne ficar macia. Sirva com arroz branco tapado na "sarsa". Tio Gerson Pires diz que "a sarsa é a arma do armoço". “Vá que chege!!!”.

Francisco Vasco Manetti Dias

Mestre Pampola, grande figura da Capital Farrapa, professor aposentado, foi diretor do Ginásio Rui Ramo por largo tempo, além da Escola Agrícola Santa Rosa em São Lourenço do Sul, sempre tendo a minha madrinha Maria lado a lado. Resgatou o clube SRP e fez um carnaval bueníssimo. Parabéns!

Cusco Bitoco – uma trajetória de vida

Um conhecido fotógrafo de Canguçu tinha um cusco por nome Bitoco, caçador nato, – tatu e mulita – era largar o dito e tava no dente. Uma curiosidade: filhote e bicho magro passava ao largo, com ele tinha que ter banha no casco e outra; era cru num "macaieiro" (bicho arisco e velho). Não havia proposta que chegasse a tempo, dinheiro não levava o cusco. Mas um dia é um dia, e nesse mal fadado dia foram caçar numa fazenda lá pelo quinto de Canguçu, cujo proprietário era um famoso "mão-de-vaca" (miserável), criador de ovelha. E não é que o Bitoco se engraçou com os bichos? Foi um pega-pra-capá desgraçado, mata-não-mata.  dito fotógrafo deu de mão no "trinta" e, por justiça, quase chorando, baleou o cusco, atirou na sanga e se foi, acabrunhado. O tempo é o tempo, e nesse tempo apareceu um cusco igualzinho o finado, se achegou de manso, parecia envergonhado, mas se veio e ficou agachadito aos pés do justiceiro, grunindo e lambendo o bico da bota. Era o "Bitoco", sobreviveu ao balaço e se veio as casas, só que já tinha outro dono, que mais tarde veio buscá-lo.

OBS: Foi um fato acontecido no tempo em que pegar tatu ou mulita pra consumo não dava cadeia. Cadeia naquele tempo era pra bandido.

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