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2012-03-02 Verdade

Não receie a adversidade. Lembre-se que os papagaios de papel sobem contra o vento e não a favor dele. H. Nobie.

Coisa bruta!

A turma do Sindipesca se reúne uma vez por ano, escolhe-se um local, junta-se as tralhas e larga-se fincado. De quinta a domingo a festa é de fundamento, vem farroupilha de todo lado. Este ano escolheram o rio Camaquã. Rio de tantos causos, histórias e magia. Na sexta-feira se deu uma coisa brutal. Nosso gaiteiro Edson Vargas morreu assim num de repente , não deu tempo de nada. Acabou tudo na hora.

Alegria, tocantinas, deram lugar a um silêncio pesado. Ficamos ali, estáticos em volta, sem saber o que falar. Silenciou a gaita, silenciou o seu canto alegre, morreram os seus sonhos. É a vida. Meu amigo Luiz Coronel diz ”a morte é um escarcéu tão visto que o homem chega ao céu se enterrando chão a dentro”. Com certeza o meu amigo Edison Vargas se juntou aos de bem, com certeza.

Escapei de fiofó cuspido

Sempre fui cuidadoso ao atravessar ruas e a Ferreira Viana é a antessala do inferno. Sem sinaleira, ninguém respeita nada, não passa um dia sem acidente e nesse fui eu. Assim, do nada, apareceu aquele veículo e um estouro. Tava o Jotacê embrulhado em baixo do dito cujo. Não quebrei nada, mas deixei umas gramas de couro e carne grudados no asfalto. Como diz meu amigo Bolota “Deus é pai, não é padastro”, ou, como dia tio Gerson Pires, no seu linguajar andejo, “não te cagaste porque não tinha bosta pronta”. O tio velho tá certo!

Aniversário

Aniversaria nesse final de semana o meu grande amigo Jorge Moraes. Gente flor de especial, companheiro de pescarias, isso desde os tempos em que havia peixe. A festança tá garantida. Filhos, filhas, netos, noros e noras estarão por lá, abraçando o individuo. É colorado, mas fazer o que? Nem tudo é perfeito. Um abraço do tamanho do Rio Grande. Qualquer dia desses se vamo ao paredãozinho pra degustar um filé de Cascudo com massa. O aniversariante é assinante do Tradição Regional. Esse é guapo tchê!

Carnaval?

A expectativa de um carnaval buenacho lá por Canguçu se escafedeu. Um povo festeiro de fato, praça de alimentação, gente bonita, euforia total e ai acaba a festa não era meia noite ainda. A multidão ficou perdida, zanzando pra lá e pra cá, brochura total. Dizem que os tamborins se calaram pra não prejudicar o baile do clube. Ora bolas, clube é clube (associados) e todos sabem que lá dentro o povo é fraco. Carnaval de rua é potencia, é povão e a noite é uma criança pra quem tá na lambança. Parabéns a todos os municípios que levaram a festa a sério e fizeram a alegria do povão. Observação: Falo de Canguçu porque estava presente. Na próxima edição as fotos dos foliões.

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