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2012-07-20 Antessala do inferno

 

... é o Pronto Socorro de Pelotas. Falta de leitos, pessoas jogadas pelos campos, recebendo soro acomodadas em cadeiras de praia, num ambiente fétido. Banheiros? Fedorentos, uma realidade medonha.

Antessala do Inferno II

Enquanto o governo gasta milhões em propaganda, mentindo descaradamente, a verdade da saúde se apresenta de uma forma terrível, não só aqui, mas no país inteiro.

Miséria Humana

O que somos na verdade? Um pedaço de carne com cérebro privilegiado. Pensamos mais que os animais (fico na dúvida!), brigamos e matamos por interesses mesquinhos e de repente , pimba! Adoecemos e ai vem a verdade: Somos nada, acabam os privilégios conquistados e que Deus (antes esquecido) nos acuda. E dá-lhe reza pros santos de periferia do Senhor. E se cair no Pronto Socorro, bom ai...

Saúde - Exemplos

Piratini e Canguçu são dois exemplos em saúde. Na capital farroupilha, que conheço bem, os chamados seres humanos são tratados como tal. Hospital limpo, pessoal capacitado, transporte fácil, referencia em alguns setores, muito bom. Em Canguçu, maior minifúndio da América, colônia forte, agricultura prevalece, o fumo cresceu assustadoramente e com ele as doenças ‘patrocinadas’ pelo uso de veneno. O movimento hospitalar cresceu da mesma forma, mas mesmo assim é muito bem atendido.

Tá, mas e ai?

Nem bem confirmaram as candidaturas e os defeitos apareceram, que coisa feia. Apresentem projetos decentes, fáceis de executar. A folha corrida de cada um não interessa, o povo já conhece de cor e salteada.

Alô, Piratini!

Neste fim de semana vou bater com os costados por ai. Quero pousar meus olhos sobre esse povo que amo tanto, carregar as baterias, na verdade, aliviar a saudade, essa coisa de matar de saudade não existe. Visitar o Duquinha (professor Pardal) em sua oficina, grande culinarista, faz um tatu que é uma loucura (de rês é claro); visitar o Luiz Sem Terra, gente flor de boa (conhece o Camaquã de cabo a rabo); a loja do Renatinho e os pilheiros de costume; a banca do Valério (de revista), grande violinista, umas das pessoas mais puras que conheço; a banca do Madruga (como diz Tio Patorra, um baita Camelão); o pessoal do super Weege, tia Celinha, Marcos, enfim, toda filharada, e os funcionários; Paulinho Murrão (o quinto da essência); enfim, andar por lá até de madrugada, sem medo, de alma leve. Degustar um arroz carreteiro feito pelo Sarubi e uma costela de ovelha na fazenda do compadre Picote, lá na ‘república oriental do Cerro Agudo’, e no Reinaldo (Nanato) uma costela de forno ao vinho, e por falar nele, um Carbenet pra acompanhar. Obs.: ‘Sãorizal’ é meu santo, tô bem né?

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